Tratamento de choque anafilático

  • O que é?

    Anafilaxia — Reação alérgica grave

    É a forma mais grave de alergia. Acontece segundos ou minutos após o contato com uma substância a que a pessoa é alérgica. Sem atendimento imediato, pode levar à morte.


    Principais causas:

    Venenos de abelha, marimbondo ou vespa. Medicamentos como penicilina, anti-inflamatórios, anestésicos, contrastes com iodo e insulina. Alimentos como camarão, mariscos, frutos do mar e amendoim. Látex, como luvas de borracha.


    Sintomas:

    Sensação de desmaio, tontura ou confusão mental. Pulso rápido. Dificuldade para respirar, chiado no peito ou tosse. Náusea, vômito ou dor no estômago. Inchaço nos lábios, língua ou garganta. Manchas com coceira na pele (urticária). Pele pálida, fria e úmida. Perda da consciência ou parada cardíaca.


  • Quem pode realizar?

    Paciente vitima de choque anafilático;

    Requerimentos

    Paciente  vitima de Tratamento de choque anafilático

    Mais Informações

    Para maiores informações contacte Secretaria de Estado da Saúde por telefone (82) 3315-1103/1104/1105 ou por email sesau@saude.al.gov.br


  • Tempo estimado

    Informações:

    Tempo de espera:

    • O tempo de atendimento varia conforme a gravidade de cada caso. Os pacientes são avaliados e classificados por ordem de prioridade: quem está em situação mais grave é atendido primeiro.


  • Etapas para a realização
    1. Atendimento

     Atendimento médico:

    Após a classificação de risco, o paciente é encaminhado ao médico, que avalia o caso e define os próximos passos: exames, medicação ou internação, conforme a necessidade.


    Tratamento:

    A anafilaxia é uma emergência, mas tem tratamento e pode ser controlada se atendida a tempo. O tratamento começa com a aplicação de adrenalina e uso de máscara de oxigênio para ajudar na respiração.

    Nos casos mais graves, quando o inchaço na garganta impede a passagem do ar, pode ser necessário um pequeno procedimento cirúrgico na garganta para garantir a respiração e evitar danos cerebrais.

    Após o tratamento, o paciente pode precisar ficar algumas horas em observação no hospital para garantir que os sintomas não voltem.


    Prevenção:

    Conhecer as próprias alergias e orientar familiares é a melhor forma de evitar uma crise. Quanto mais informada a pessoa estiver, menor o risco.

    Documentos necessários

    Prontuário Médico

    Solicitação Médica

    Cartão Nacional SUS

    RG- Identidade

    Comprovante de Endereço

    Canais de atendimento

    PRESENCIAL: Nas Unidades de saúde da Rede Estadual de saúde que realiza atendiment


  • Onde é realizado?

    Hospital Geral Professor Ib Gatto Falcão

    hospigaf@gmail.com

    (82)-3261-2414

    Hospital Geral do Estado Professor Osvaldo Brandão Vilela

    hgealgabinete@gmail.com,ascomhge@gmail.com

    (82)3315-74111 (Gabinete) ou (82) 3315-3281 (Central Telefônica).

    Hospital Regional Alto Sertão

    Recepção.hras.sesau@gmail.com

    (82)82 3218-8700, (82) 998884-5230

    Hospital Regional da Mata

    hrm.direcaogeral@gmail.com

    82 3281 9300

    Hospital Regional do Norte

    .hrn@gmail.com

    82 3218 8700

    Hospital de Emergência do Agreste Dr. Daniel Houly

    hedhagreste@outlook.com

    (82) 359-2450 (Central), 3529-2488 (Serviço Social), hedhagreste@outlook.com


  • Outras informações
    Orgão Responsável: SESAU - Secretaria de Estado da Saúde

    Tempo de espera:

    O tempo de atendimento varia conforme a gravidade de cada caso. Os pacientes são avaliados e classificados por ordem de prioridade: quem está em situação mais grave é atendido primeiro.


    Quem pode usar esse serviço:

    1. Ser paciente atendido na unidade hospitalar
    2. Ter prontuário médico
    3. Ter prescrição médica solicitando o serviço

    Como você será tratado no atendimento:

    Todo usuário tem direito a um atendimento com urbanidade, respeito, cortesia, igualdade, eficiência, segurança, ética e acessibilidade.


    Condições do local de atendimento:

    O local deve ser limpo, seguro, sinalizado, acessível e adequado para o atendimento.


    Quem tem prioridade no atendimento:

    Pessoas com deficiência, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e obesos.

     

    Este serviço não tem custos para o solicitante


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