O Hospital Geral do Estado atende diretamente pacientes que precisam de cuidados urgentes e especializados, sem necessidade de encaminhamento, marcação ou regulação prévia.
O atendimento é voltado para casos de média e alta complexidade, ou seja, situações graves ou que precisam de avaliação hospitalar imediata.
Serviços disponíveis sem agendamento:
Atendimento para situações graves, como:
Atendimento para:
Atendimento para:
Atendimento para:
Atendimento para:
Atendimento para:
Atendimento infantil para:
Atendimento para:
Atendimento para:
O HGE não funciona como unidade básica de saúde. O atendimento é destinado principalmente a casos urgentes e graves que precisam de estrutura hospitalar especializada.
Cidadão -Pacientes com caso de emergência ou urgência;;
Para maiores informações contacte Secretaria de Estado da Saúde por telefone (82) 3315-1103/1104/1105 ou por email sesau@saude.al.gov.br
Informações:
1 Chegada ao hospital
O paciente chega ao pronto-atendimento, seja por conta própria (porta aberta) ou trazido por regulação (SAMU, transferência de outra unidade). A recepção registra os dados e encaminha para a triagem.
2 Triagem — classificação de risco
Uma enfermeira avalia o estado do paciente e define a prioridade de atendimento usando cores. Quem está pior é atendido primeiro, independentemente da ordem de chegada.
Vermelho — emergência
Risco imediato de morte. Atendimento imediato. Ex: parada cardíaca, hemorragia grave.
Laranja — muito urgente
Situação grave que pode piorar rápido. Atendido em até 10 min. Ex: falta de ar intensa, dor no peito.
Amarelo — urgente
Condição que precisa de atenção logo, mas sem risco imediato. Atendido em até 30 min.
Verde — pouco urgente
Situação estável. Pode aguardar. Ex: ferimento pequeno, dor leve.
3 Atendimento médico inicial
O médico — de clínica geral, cirurgia, traumatologia ou outra especialidade — conversa com o paciente, faz o exame físico e decide o que será feito. Se necessário, pede exames para entender melhor o caso.
Anamnese
O médico pergunta sobre os sintomas, quando começou, histórico de saúde, medicamentos em uso.
Exame físico
Avalia sinais vitais, ausculta o coração e pulmão, palpa o abdômen, verifica reflexos, etc.
Exames complementares
Sangue, urina, raio-X, tomografia, eletrocardiograma — conforme o que o caso pede.
4 Procedimentos de urgência
Com base na avaliação, a equipe realiza o que for necessário para estabilizar o paciente. Isso pode incluir procedimentos simples ou intervenções mais complexas à beira do leito.
Controle de sangramento
Sutura de ferimentos, curativo compressivo, cauterização.
Suporte respiratório
Oxigênio, intubação, ventilação mecânica quando a pessoa não consegue respirar sozinha.
Imobilização
Tala ou gesso em fraturas para proteger o osso até a cirurgia ou até a consolidação.
Medicação de urgência
Analgésicos, anticonvulsivantes, anticoagulantes, antibióticos — conforme o quadro.
5 Decisão: o que acontece depois?
Após os primeiros cuidados, o médico decide qual é o próximo passo para o paciente, de acordo com a gravidade e a resposta ao tratamento.
Alta
Paciente estabilizado, recebe orientações escritas, receita e instruções de retorno se necessário.
Internação em enfermaria
Paciente precisa ficar internado, mas em situação estável. Fica em leito de enfermaria com acompanhamento diário.
UTI
Caso grave, com risco à vida. O paciente vai para a Unidade de Terapia Intensiva com monitoramento constante.
Cirurgia de urgência
Quando o problema só pode ser resolvido no centro cirúrgico — hemorragia interna, fratura exposta grave, abdômen agudo.
Especialidade
Encaminhamento para ortopedia, neurologia, oftalmologia, ORL ou outro serviço específico do hospital.
6 Vigilância epidemiológica hospitalar
Equipe especializada monitora os pacientes internados para prevenir e controlar infecções dentro do hospital, além de notificar doenças que precisam de acompanhamento pelas autoridades de saúde.
Controle de infecções
Acompanha pacientes com risco de infecção hospitalar (pneumonia, infecção urinária, infecção de ferida). Orienta isolamento quando necessário.
Notificação de doenças
Informa a Vigilância em Saúde do Estado sobre casos de doenças de notificação obrigatória, como dengue, tuberculose, meningite e outras.
RG identidade, Comprovante de identificação, CPF, Cartão SUS, Prontuário do paciente comprovante de endereço
PRESENCIAL: Hospital Geral do Estado Professor Osvaldo Brandão VilelaAv. Jorge de Lima, nº 2095, Trapiche da Barra, Maceió-ALhgealgabinete@gmail.com tel(82)3315-7411
hgealgabinete@gmail.com,ascomhge@gmail.com
(82)3315-74111 (Gabinete) ou (82) 3315-3281 (Central Telefônica).
Tratamento a ser dispensado ao usuário no atendimento:
O usuário deverá receber, conforme os princípios expressos na lei nº 13.460/17, um atendimento pautado nas seguintes diretrizes: Urbanidade; Respeito; Acessibilidade; Cortesia; Presunção da boa-fé do usuário; Igualdade; Eficiência; Segurança e Ética.
Informações sobre as condições de acessibilidade, sinalização, limpeza e conforto dos locais de atendimento.
O usuário do serviço público, conforme estabelecido pela lei nº13.460/17, tem direito a atendimento presencial, quando necessário, em instalações salubres, seguras, sinalizadas, acessíveis e adequadas ao serviço e ao atendimento.
Informação sobre quem tem direito a tratamento prioritário:
Tem direito a atendimento prioritário as pessoas com deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 anos, as gestantes, as lactantes, as pessoas com crianças de colo e os obesos, conforme estabelecido pela lei 10.048, de 8 de novembro de 2000.
[Para mais informações entrar em contato através do telefone, e-mail ou comparecer nas Unidades de Saúde da Rede Estadual de Saúde onde será realizado o serviço].
Este serviço não tem custos para o solicitante