Serviço de Psicologia Hospitalar

  • O que é?

    O que faz o Psicólogo no HCA


    Acolhimento e apoio emocional Quando o paciente chega ao hospital, o psicólogo oferece escuta e acolhimento para reduzir o medo, a ansiedade e o sofrimento que a internação e a doença provocam — tanto no paciente quanto na família.


    Avaliação da saúde mental O psicólogo observa como o paciente está emocionalmente e mentalmente, identificando se há algo que possa dificultar o tratamento ou a recuperação.


    Preparação para procedimentos, exames e cirurgias Antes de qualquer procedimento, o psicólogo conversa com o paciente para explicar o que vai acontecer, reduzir o medo e ajudá-lo a enfrentar o momento com mais tranquilidade.


    Orientação sobre o hospital Explica ao paciente e à família como funcionam as rotinas do hospital — horários, regras, o que é permitido nas visitas — para que todos se sintam mais seguros e adaptados ao ambiente.


    Programa de Transplantes Para pacientes que aguardam ou já realizaram transplante de rim, coração ou fígado, o psicólogo faz uma avaliação psicológica antes do transplante e acompanha o paciente depois, verificando como ele está lidando emocionalmente com todo o processo.


    Trabalho em equipe O psicólogo faz parte da equipe multiprofissional — médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas — e contribui com informações sobre o estado emocional do paciente para que todos cuidem dele da melhor forma possível.


    Suporte no luto Quando um paciente vai a óbito, o psicólogo acolhe os familiares e a equipe, oferecendo apoio para lidar com a dor da perda.


    Humanização do hospital Tudo isso tem um objetivo maior: tornar o ambiente hospitalar mais humano, acolhedor e menos assustador para quem está passando por um momento tão difícil.


  • Quem pode realizar?

    Paciente, equipe multidisciplinar, familiares.;

    Requerimentos

    Quando o psicólogo pode ajudar HCA


    Quando você recebe um diagnóstico de doença Descobrir que está doente pode ser assustador e difícil de aceitar. O psicólogo ajuda você a entender o que está sentindo e a lidar com essa notícia.


    Quando tem exame ou cirurgia marcada A espera por um exame ou cirurgia gera ansiedade e medo. O psicólogo conversa com você antes, explica o que vai acontecer e ajuda a se sentir mais calmo e preparado.


    Quando você é internado Ficar no hospital longe de casa e da família é difícil. O psicólogo acolhe você nesse momento, orientando sobre as rotinas do hospital e ajudando na adaptação.


    Quando você está emocionalmente abalado Se você estiver triste, com medo, sem esperança ou com dificuldade de aceitar a situação, o psicólogo oferece escuta e apoio sem julgamento.


    Quando você precisa de orientações Dúvidas sobre o tratamento, sobre o que vai acontecer, sobre como se comportar no hospital — o psicólogo orienta você e sua família de forma clara e acessível.


    Quando há risco emocional Se o estado emocional estiver prejudicando o tratamento ou a recuperação — como recusa em tomar medicamentos ou realizar procedimentos — o psicólogo intervém para ajudar.


    Quando há suspeita de transtorno psíquico Se durante a internação surgir sinais de depressão, ansiedade intensa, confusão mental ou outros transtornos, o psicólogo avalia e encaminha para o cuidado adequado.


    Em resumo: em qualquer momento que você ou sua família estiverem precisando de apoio emocional durante o tratamento, o psicólogo está disponível.


    Mais Informações

    Para maiores informações contacte Secretaria de Estado da Saúde por telefone (82) 3315-1103/1104/1105 ou por email sesau@saude.al.gov.br


  • Tempo estimado

    Informações:

    Avaliação psicológica – 20 minutos / cada paciente Atendimento diário – 10 a 15 minutos Suporte ao óbito – 1h ou indeterminado / cada paciente Acompanhamento de visita e boletim medico – 2h aproximadamente duas vezes ao dia Suporte aos familiares : 10/15 minutos /por famíliar • Descritas acima um tempo médio estimado das principais atividades


  • Etapas para a realização
    1. Admissão — primeira conversa com o psicólogo

    1- Primeira conversa com o psicólogo — o que esperar

    Na chegada ao hospital, o psicólogo realiza uma conversa de acolhimento com o paciente e, quando possível, com a família. É um momento tranquilo e sigiloso — uma escuta, não um interrogatório.


    O que acontece nessa conversa:


    Como o paciente está se sentindo com a internação e o que já sabe sobre sua situação de saúde.

    Se há algo no estado emocional que possa dificultar o tratamento.

    Se há necessidade de acompanhamento psicológico durante a internação.

    Se há pessoas de confiança e família por perto para ajudar nesse momento.


    Para que serve essa conversa:

    As informações coletadas são compartilhadas com a equipe médica para que todos cuidem do paciente da melhor forma possível — não só o corpo, mas também a mente e o emocional.


    Essa primeira conversa existe para garantir um cuidado completo e humanizado desde o primeiro momento da internação.

    2- Avaliação psicológica — o que é


    É uma conversa entre o psicólogo e o paciente. Pode acontecer na entrada do hospital ou em qualquer momento do tratamento.


    Para que serve

    Serve para entender como o paciente está se sentindo por dentro — se está com medo, ansioso, confuso ou com dificuldade de aceitar o que está acontecendo com sua saúde.


    O que o psicólogo observa nessa conversa

    Se o paciente entendeu o que tem e o que vai ser feito.

    Se está conseguindo lidar com a situação.

    Se tem família ou alguém de confiança por perto para ajudar.

    Se o estado emocional pode atrapalhar o tratamento.


    O que acontece depois

    O psicólogo repassa essas informações para a equipe de saúde — médicos, enfermeiros e outros profissionais — para que todos cuidem do paciente de forma mais completa.

    Se necessário, o psicólogo escreve um documento chamado laudo ou relatório psicológico, que fica registrado no prontuário.


    É uma conversa de cuidado. Não é julgamento, não é teste. É para garantir que o paciente seja tratado como um todo — corpo e mente.

    3 Assistência psicológica — o que é


    É o acompanhamento que o psicólogo oferece ao paciente durante toda a internação e tratamento. O objetivo é cuidar do emocional para que o paciente enfrente esse momento da melhor forma possível.


    O que o psicólogo faz

    Apoia antes de exames e cirurgias Conversa com o paciente para reduzir o medo e a ansiedade antes de qualquer procedimento.

    Avalia o estado emocional Observa se tristeza, medo ou outros sentimentos estão atrapalhando o tratamento e a recuperação.

    Ajuda a lidar com as perdas A doença traz muitas perdas — de saúde, de autonomia, de rotina, de função do corpo. O psicólogo ajuda o paciente a processar e aceitar essas mudanças.

    Explica e orienta Ajuda o paciente a entender o que está acontecendo com sua saúde, o que esperar do tratamento e como lidar com as emoções que surgem nesse processo.

    Apresenta o hospital Explica as rotinas e regras do hospital para que o paciente se sinta mais seguro e adaptado ao ambiente.

    Identifica quando é preciso mais ajuda Se perceber que o paciente precisa de um cuidado mais especializado, o psicólogo faz o encaminhamento adequado.


    O psicólogo está presente em todos os momentos da internação — do início ao fim — para que o paciente não enfrente esse período sozinho.


    4- Acompanhamento de visitas e boletins médicos


    O psicólogo está presente nas visitas da família e no momento em que o boletim médico é dado.


    O que o psicólogo faz

    Ajuda a família a entender as informações médicas As explicações dos médicos às vezes são difíceis de entender. O psicólogo ajuda a traduzir essas informações em uma linguagem mais clara e acessível.

    Prepara a família para o ambiente hospitalar Explica como funciona a rotina do hospital, os horários de visita, as regras e o que esperar do tratamento — para que a família se sinta menos perdida e mais segura.

    Aproxima família, paciente e equipe médica Atua como um elo entre todos, garantindo que a comunicação seja clara e que ninguém fique com dúvidas ou informações erradas.


    A família também precisa de apoio. Quando ela está bem informada e acolhida, consegue apoiar melhor o paciente durante a internação.



    5-Suporte no momento do óbito


    Quando um paciente vai a óbito, o psicólogo está presente para apoiar a família e a equipe de saúde nesse momento tão difícil.


    O que o psicólogo faz

    Apoia na hora da notícia Está ao lado da equipe médica no momento em que a morte é comunicada à família, ajudando a dar essa notícia com cuidado e humanidade.

    Acolhe a família Oferece escuta e suporte para que a família possa expressar o que está sentindo — choro, revolta, desespero — sem julgamento.

    Orienta sobre o luto Explica que as reações de dor e sofrimento são normais e esperadas, ajudando a família a dar os primeiros passos no processo de elaboração da perda.

    Encaminha quando necessário Se a família precisar de acompanhamento psicológico continuado após o óbito, o psicólogo indica os serviços adequados para que o cuidado não termine ali.


    Nenhuma família deveria passar por esse momento sozinha. O psicólogo está presente para garantir que a dor seja acolhida com respeito e humanidade.





    Documentos necessários

    Cartão de identificação do SUS ,RG / Comprovante de identificação, Registro de admissão, evolução, avaliação psicológica, laudo psicológico

    Canais de atendimento

    PRESENCIAL: No Hospital do Coração Alagoano Prof. Adib Jatene Av. Menino Marcelo -Cidade Universitária, Maceió - AL, 57083-410 direcaogeral@gmail.com 82 33739624


  • Onde é realizado?

    Hospital do Coração Alagoano Prof. Adib Jatene

    direcaogeral@gmail.com

    82 33739624


  • Outras informações
    Orgão Responsável: SESAU - Secretaria de Estado da Saúde

    o hospital HCOR

    É um hospital público especializado no cuidado de pacientes com doenças do coração. Atende pelo SUS pacientes de toda Alagoas nas áreas de cardiologia geral, cardiologia infantil e cardiologia intervencionista.


    Como funciona o acesso

    O hospital não tem pronto-socorro. Não é possível chegar por conta própria e ser atendido. O acesso é sempre por encaminhamento — o paciente precisa ser direcionado por uma UPA, hospital da rede ou secretaria de saúde do seu município, através do sistema SISREG.


    Como o paciente deve ser tratado

    Todo paciente tem direito a um atendimento com respeito, cortesia, igualdade e segurança. O hospital deve oferecer instalações limpas, sinalizadas, acessíveis e adequadas para todos.


    Quem tem direito a atendimento prioritário

    Entram na frente da fila:

    • Idosos com 60 anos ou mais
    • Pessoas com deficiência
    • Gestantes
    • Mulheres amamentando
    • Pessoas com bebê no colo
    • Obesos


    Este serviço não tem custos para o solicitante


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